Impostos para médicos. Entenda qual a diferença.

Que um médico pode trabalhar como pessoa jurídica (PJ) ou como pessoa física (PF), através da contratação CLT, você já viu aqui no nosso blog no artigo Médico Pode ser PJ?. (Se você ainda não leu, confira!) Agora chegou a hora de você entender um pouco mais sobre a diferença entre os impostos que um médico deve pagar. Depois que você se registra no Conselho Regional de Medicina (CRM), você tem a liberdade de escolher se irá prestar seus serviços como um empregado com vínculo pela CLT, como médico autônomo, com um prestador de serviço autônomo ou até ter sua própria clínica, sua empresa registrada como pessoa jurídica. Vamos explicar aqui as diferenças de tributação na pessoa física e na pessoa jurídica. Pessoa física Ao escolher prestar seu serviço direto como pessoa física, os seus rendimentos vão ser tributados pela tabela progressiva do imposto de renda, que é aquela tabela que chega a recolher até 27,5% de imposto de renda! Existem 2 formas de você recolher impostos por este modelo de prestação de serviços. A primeira é quando você possui algum tipo de vínculo empregatício com algum empregador. Neste caso, você vai receber mensalmente seu salário e este já vai vir deduzido dos tributos incidentes (imposto de renda e previdência social) diretamente na fonte. A segunda forma é quando você presta serviços direto para os pacientes finais através da sua pessoa física. Nesse caso, você vai precisar emitir recibos manualmente aos seus pacientes, e declarar seus rendimentos no livro-caixa. Ao utilizar o livro-caixa, caberá a você calcular seus ganhos e recolher o imposto mensalmente pelo carnê-leão. Lembrando que o carnê-leão vence no último dia útil de cada mês! (Quer ser lembrado de pagar esse imposto? Clique aqui e assine o calendário do empreendedor!). Pessoa jurídica Caso o médico opte pela pessoa jurídica, primeiro ele deverá abrir uma empresa cuja atividade seja prestar serviços médicos. Após ter uma empresa aberta, você irá emitir suas notas fiscais relativas a prestação de serviços que você faz aos seus pacientes ou para suas empresas contratantes como grupos hospitalares e laboratórios. Ao ter uma empresa aberta, caberá a você avaliar qual o regime tributário que melhor se aplica para sua operação. Os regimes tributários mais utilizados são o Simples Nacional e o Lucro Presumido. Como que você faz para definir qual o melhor regime tributário para sua empresa? Neste caso, não tem como fugir, você precisa fazer conta! Ao abrir sua empresa, você vai começar a recolher alguns impostos adicionais que você não recolheria como pessoa física. Estes são: Mas não se preocupe! Apesar de parecer muito, a carga tributária começa a partir de 9% em média. Porém a gente aqui do Pjotinha não vai deixar você na mão! Nós criamos uma calculadora muito simples para você simular o quanto vai pagar de imposto e qual seria o melhor regime tributário! Basta digitar o seu faturamento esperado. Clique aqui e confira! Você resolveu adotar o método PJ de trabalho ou está com dúvidas sobre qual o melhor modelo ou regime tributário para adotar? Nós te ajudamos! Temos uma equipe especializada para te ajudar a investir melhor no seu tempo sem se preocupar com toda a burocracia da contabilidade.Ah! Não esqueça que todo nosso atendimento contábil é realizado pelo nosso aplicativo, o Pjotinha! Ele está disponível tanto na Play Store do Android como no App Store da Apple. Com ele você pode emitir notas fiscais, realizar vendas e ter o controle do seu CNPJ sem precisar entender de contabilidade. Deixa que nossa equipe cuida dessa parte!
Médico pode ser PJ?

A profissão de médico é uma das que traz mais independência para seus praticantes. Médicos são profissionais liberais, com a profissão regulamentada e fiscalizada pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) através dos seus Conselhos Regionais. Estes estão habilitados a exercer sua prática, independentemente se optam por uma especialização ou não. Levando este ponto em consideração, os médicos podem atuar de três formas: como CLT, como profissional autônomo ou como pessoa jurídica. Ou seja, médico pode sim ser PJ! O que temos visto ultimamente é que cada vez mais hospitais e clínicas estão optando por contratar seus médicos plantonistas, seus médicos especialistas, através do regime PJ. A adoção desse modelo tem ocorrido tanto por motivos tributários por parte do contratante como pela maior flexibilidade que este regime oferece aos médicos contratados. O que eu preciso saber ao virar médico PJ? A primeira coisa a entender quando você vira um médico PJ é que o dinheiro que você recebe na sua pessoa jurídica não é líquido de impostos. Como assim? Isso significa que mensalmente seu contador (nós, por exemplo ) irá apurar os impostos da sua PJ e enviar as guias de recolhimento de impostos para você. Isso é bem diferente de ser médico celetista, porém não se preocupe! Aqui na Pjotinha a gente faz de tudo para você perder o medo de abrir sua PJ! E como vai funcionar a minha declaração de imposto de renda de pessoa física no final do ano? Ao aderir o modelo de prestação de serviços como CNPJ, o seu dinheiro recebido deixa de passar por sua conta pessoal, e vai direto para sua conta jurídica, o que facilita na hora de organizar as finanças e, também, quando chega o momento de prestar contas para a Receita Federal. Na maioria dos casos, os médicos PJ se enquadram em dois tipos de regimes: Simples Nacional ou Lucro presumido. Não sabe qual o melhor regime tributário? não se preocupe! Fale conosco que a gente faz essa análise gratuitamente para você. É só clicar aqui. Após a definição do regime tributário, a gente precisa entender se o dinheiro que for transferido da sua Pjotinha a você vai ser como pró-labore ou distribuição de lucros. Nunca escutou disso antes? Clique e entenda as diferenças. É simples e fácil. Eu realmente preciso de uma empresa de contabilidade para médicos? A partir do momento em que você decide, ou necessita, abrir um CNPJ Médico, você vai precisar de um contador especialista e dedicado para cuidar da sua abertura de empresa, assim como cuidar para que você não caia em nenhuma cilada tributária. Nisso a gente pode e sabe te ajudar! Com o App Pjotinha você pode controlar a sua vida PJ na tela do seu celular, baixando o nosso aplicativo tanto no seu Android como no seu iPhone. Cadastre seus clientes, registre suas vendas e emita suas notas fiscais direto da palma da sua mão. Conheça o Pjotinha para CNPJ Médicos! Clique aqui e saiba mais.
Eu preciso receber pró-labore na minha Pjotinha?

Você já ouviu falar no termo pró-labore? Caso não, estamos aqui para te explicar o que isso significa e qual a sua importância. O pró-labore é o termo utilizado para nomear a remuneração que um sócio de uma empresa deve receber pelas funções de gestão que exerce. Sendo assim, ele é indispensável e obrigatório para os sócios que constem como administradores da empresa no cartão CNPJ e no contrato social, ou seja, os sócios administradores. O pró-labore se diferencia do salário pois, acerca desta remuneração, os benefícios como FGTS, 13º salário, férias, entre outros, não são obrigatórios. Porém, mesmo sem ser considerado um salário perante a lei, os administradores que recebem o pró-labore são considerados “contribuintes obrigatórios” para a Previdência Social. A forma de cálculo do INSS sobre os pró-labores é diferente em relação aos salários. O INSS incidente sobre os pró-labores possuem uma alíquota única de retenção em 11% sobre os rendimentos pagos, contudo ele também respeita a regra de incidir até o teto do recolhimento de INSS, aos trabalhadores assalariados. O Imposto de Renda incidente sobre o pró-labore também é calculado de forma análoga ao Imposto de Renda dos trabalhadores que é de acordo com a tabela progressiva da Receita Federal. Eu preciso pagar pró-labore na minha Pjotinha? Você precisa pagar pelo menos um pró-labore de um salário mínimo a um administrador da sua empresa. O motivo disso é que pelo administrador ser considerado “contribuinte obrigatório” da previdência social, o não pagamento de um pró-labore pode estar incorrendo em uma omissão de recolhimento de imposto ao INSS. Ao isso acontecer, você abre o precedente de um auditor querer arbitrar o seu pró-labore pelo valor que você distribuiu de lucros aos sócios administradores. Como eu calculo o valor do pró-labore na minha Pjotinha? A grande questão na definição do valor a ser pago como pró-labore da sua Pjotinha vai estar ligado aos seguintes fatores: Vamos pelo primeiro item (Se este não for o seu caso, pode pular para o segundo item). Se sua empresa emitir nota fiscal pelo Anexo V, ela pode calcular o DAS dela com o valor reduzido se ela tiver com o fator R acima de 28% (Não sabe o que é fator R, clique aqui para conhecer). Para aderir ao fator R você vai precisar se pagar um pró-labore no montante acima de 28% do seu valor faturado. Aí que fica uma questão muito importante. Muita gente acha que se fizer isso ela vai pagar mais imposto e na prática ela não vai. Vamos agora ao segundo item: Você quer contribuir pelo teto do INSS? Muita gente, mesmo ao receber toda sua prestação de serviços pela sua Pjotinha, quer efetuar a contribuição da sua aposentadoria pelo teto do INSS. Essa decisão está muito ligada ao seu planejamento financeiro pessoal. A contribuição pelo teto do INSS significa que você vai ter que reter e recolher Imposto de Renda de pessoa física na sua Pjotinha. Tributariamente falando, essa não é a melhor opção uma vez que esse imposto não volta para você. Para fins de planejamento financeiro pessoal, a possibilidade de você poder receber esse valor que seria recolhido de Imposto de Renda e poder investir mensalmente pode gerar muito mais lucro no seu patrimônio no longo prazo. Aqui é uma questão pessoal mesmo. Se você não está emitindo nota pelo Anexo V e nem quer contribuir pelo teto do INSS, o ideal é se pagar um pró-labore de um salário mínimo. Ao fazer isso, você vai estar usando do maior benefício tributário de receber dinheiro no seu bolso líquido de todo e qualquer imposto que precisa ser pago. Eu recebo um salário em outra empresa que presto serviço, ou trabalho. Se eu me pagar pró-labore, não vai ser pior na declaração de imposto de renda no final do ano? Veja, estamos tratando de coisas completamente diferentes. O motivo para pagamento de pró-labore não está ligado à quantidade de vínculos que você possui com mais de uma empresa e sim à obrigatoriedade que sua Pjotinha tem de pagar pró-labore a pelo menos um administrador da empresa. Em relação à declaração de imposto de renda no final do ano, tudo vai depender do quanto você está ciente do seu planejamento financeiro pessoal. Um erro muito comum ao conversarmos com pessoas que possuem mais de 1 vínculo empregatício é fazer com que ela perceba que o valor líquido que você recebe individualmente de empregos diferentes não corresponde com o valor líquido que você receberia se recebesse tudo em um emprego só. Por exemplo, uma coisa é você receber R$7.000 de salário de uma empresa. Outra coisa é você receber R$3.000 de uma empresa e R$4.000 de outra empresa. Nesse segundo caso, você vai receber mais dinheiro em conta que deveria. Quer entender mais? Confira aqui essa calculadora que a gente te explica tudo. É só clicar aqui. Gostou deste artigo? Compartilhe aqui com seus amigos!